Refrigerante zero na dieta: pode ou não pode? Nutricionista explica
Nutri analisa o impacto das bebidas sem açúcar, como o refrigerante, na microbiota e no paladar

Um dos principais alertas da especialista não está nas calorias, mas na percepção do sabor. Segundo Cibele, a exposição frequente ao alto nível de doçura artificial dessas bebidas pode criar uma espécie de dependência por sabores intensamente doces. Na prática, isso acaba “sequestrando” o paladar do indivíduo, tornando muito mais difícil a escolha por opções naturalmente saudáveis.

Saúde intestinal e microbiota
Além da questão sensorial, a nutricionista ressalta que é preciso olhar para o que acontece dentro do organismo. Estudos indicam que determinados adoçantes artificiais presentes nas fórmulas “zero” podem impactar negativamente a microbiota, colocando a saúde intestinal em xeque. Por isso, estar consciente da quantidade ingerida é um passo fundamental para quem não abre mão da bebida.

O veredito final
Para Cibele Santos, o refrigerante zero tem papel específico: ele pode ser utilizado como uma ferramenta de transição para quem está tentando reduzir o consumo de açúcar. No entanto, o veredito é contrário quanto ao uso da bebida gasosa para substituir a água.
“Os refrigerentes sem calorias nunca devem substituir a água mineral, que continua sendo a melhor escolha para a hidratação”, afirma a nutricionista.














